sábado, 3 de abril de 2010

gastronomia



Um dia numa reunião da pesquisa, um professor meu comentou que está em voga o fato das pessoas se interessarem por gastronomia. Quando vamos a uma livraria podemos ver como tem opções de livros bem projetados de receitas, de comidas típicas, enfim são prateleiras de opções. Então ele citou o livro "O melhor do comidinhas - lugares secretos, dicas gastronômicas e algumas receitas" de Alessandra Blaco. Essa mesma possui um blog bem famoso. Foi paixão a primeira vista pelo livro devido ao projeto gráfico e também por falar dos doces de Pelotas. Ele parece um caderno de receitas antigo, aqueles que colocamos post its, deixamos recortes de jornal e algumas fotos. As ilustrações também são muito legais. Comprei!



Quando viajei para Alemanha, estava dando este filme Julie&Julia como opçao, mas como passei o dia viajando e estava muito cansada, além dos fones não serem adequados para mim, não consegui assistir e então dormi, lembrava apenas das cenas finais quando acordei com uma pequena turbulência. Então, ontem voltei a assistir o filme. Amei as cores, a trilha sonora, a fotografia, as partes que falam em frances, a história. E tudo isso me fez lembrar do meu livro, esse que comprei, e me fez relatar aqui a paixão por gastronomia. Agora mais do que nunca preciso incluir novas receitas no meu cardápio a partir de setembro, já que vou casar.

"Baseado em duas histórias reais, Julie & Julia intercala a vida de duas mulheres que, apesar de separadas pelo tempo e pelo espaço estão ambas perdidas... até descobrirem que com a combinação certa de paixão, coragem e manteiga, tudo é possível." "Julia Child é uma americana que passou a morar em Paris devido ao trabalho de seu marido. Em busca de algo para se ocupar, ela se interessou por culinária e passou a apresentar um programa de TV sobre o assunto. Cinquenta anos depois, Julie Powell está prestes a completar 30 anos e está frustrada com a vida que leva. Em busca de um objetivo, ela resolve passar um ano cozinhando as 524 receitas do livro de Julia Child, "Mastering the Art of French Cooking". Ao longo deste período Julie escreve para um blog, onde relata suas experiências."

Fica ai as dicas do livro e do filme. Muito legal!

Uma coisa legal que Julie enfrentou no início quando fez o blog era a de ninguém comentar. Acredito que aqui seja a mesma coisa, muitos leem mas não comentam. Então ela perguntou num de seus posts: Alguem está lendo? e fez um outro post: Ninguém? e até que um leitor respondeu. Nós que escrevemos no blog não temos a noção exata que quem ve e le nossos pequenos relatos, mas quando temos a prática de todos os dias deixarmos alguma coisa escrita, certamente de alguma forma uma pessoa se interessará e começará a acessar diariamente. Peço desculpa aos que passam por aqui por não ser tão assídua e sempre falar que vou voltar e não volto. Planos temos muitos de escrever, o problema é conseguirmos manter isso por um longo período como Julie conseguiu. :)

quinta-feira, 18 de março de 2010

sábado, 1 de agosto de 2009

O dedo na ferida

Deifinitivamente não consigo escrever sempre no meu blog, mas sempre que possível passo por aqui com alguma coisa diferente ou mesmo com algo interessante que li nos últimos dias. (Esse texto embora seja baseado em citações cristãs, é válido para qualquer pessoa, não somente aos que freqüentam alguma igreja ou religião.)

O último livro que terminei de ler foi Feridos em nome de Deus , escrito pela jornalista Marília César. Achei ótimo o tema abordado. “Uma denúncia do falso evangelho pregado por falsos cristãos.” Acho que o que mais vemos hoje em dia são pessoas pregando o evangelho de maneira destorcida e com isso, deixando nós cristãos com vergonha de falar da nossa igreja ou do grupo que participamos. É tanto escândalo público, é tanta gente fazendo coisas sem contexto, gritando, “falando em línguas”, que na maioria dos casos é um teatro com palavras repetidas, sofrendo de abuso espiritual. Hoje está na moda a pessoa ser evangélica ou ser espírita. As pessoas estão cada vez mais se importando com templos do que mesmo com pessoas. “Às vezes, no anseio de cuidar da igreja, esquecemos que Cristo morreu por essa igreja porque sabia que ela jamais daria conta sozinha. Ele morreu por nós justamente porque somos um bando de pecadores.”

“Uma vivência comunitária sadia envolve essa deliciosa cumplicidade. MAS implica também sujeição, pois TODOS erram e precisamos que nos relembrem por onde recomeçar.” Um vida de comunhão é um vai e vem no sentido de troca de experiências. Temos sim que sujeitarmos aos que estão numa posição sobre nós, contudo, todos nós erramos, inclusive os que são “maiores” ou mais experientes e, com isso é necessário “dar o braço a torcer” para as coisas não pararem de andar ou andar de maneira errada, com mágoas. Vejo no livro que o abuso de poder deixa as pessoas que foram as vítimas mais frágeis e na maioria das vezes, as afastam do grupo ou da igreja. Não por não crerem em Jesus, mas de estarem cansadas de regras ditadas por alguém. “As dificuldades surgem quando uma pessoa de natureza frágil e dependente depara com um líder de tendência autoritária e legalista.”

Então estar na posição de líder (cristão ou não cristão) é deixar também o outro ter um espaço de liberdade, sem todas as repostas e certezas. O liderado aprende caindo, levantando, assim como o líder. Ninguem é perfeito e, uma pessoa que coordena alguma coisa precisa entender que ele também é liderado por alguém, como pelo prefeito da cidade se for o caso e, melhor ainda, o maior líder que é Jesus Cristo. Mas o que mais vejo é que quando se está na posição mais elevada, tende-se a se achar o melhor dos melhores e muitas vezes se sente na liberdade de fazer o que bem entende que é certo. “Líderes que comentem abuso (este podem ser diversos os tipos até mesmo quando se “da moral de cueca” e não cumpre o mesmo que tanto insiste que é certo) estão geralmente obcecados por uma visão” ou mesmo um objetivo pessoal.

Acho válido ressaltar esse trecho:
“...quando Deus quer tratar de seus filhos ele “tira tudo aquilo em que nos seguramos. É para quebrar os eus falsos”. O eu secular ou falso é o eu engendrado, como diz Thomas Merton, por compulsões sociais. “Compulsivo” é o melhor adjetivo para o falso eu. Mostra a necessidade de afirmação contínua e crescente. Quem sou eu? Sou aquele que é apreciado, elogiado, admirado, antipatizado ou desprezado. Quer eu seja pianista, negociante ou religioso, o que importa é como eu sou percebido em meu mundo. Se estar atarefado é coisa boa, então preciso estar atarefado [...] A compulsão se manifesta no medo oculto de fracassar e no impulso inabalável de evitar isso juntando mais das mesmas coisas – mais trabalho, mais dinheiro, mais amigos.”

Acho legal nos avaliarmos todos os dias para não criarmos feridas às pessoas, embora isso muitas vezes aconteça sem nos darmos conta de que fizemos isso. Precisamos sempre ter em mente: “Perdoar, perdoar-se. Aprender a confiar novamente implica tempo. Recuperar a credibilidade é uma longa jornada.”. Por isso um alerta e uma indicação de uma boa leitura :)

domingo, 24 de maio de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

Her Morning Elegance / Oren Lavie



mais um stop motion, muito amavel :)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

o lobo e o porquinho




Muito legal esse stop motion. Vale a pena acompanhar a história :)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Grandes marcas e suas evoluções

Acho que foi ano passado que brinquei num jogo de marcas na internet. Eles mostravam uma parte, tipo cor ou um elemento importante de cada marca e tinha que adivinhar que marca era essa. Legal pois muitas estão gravadas em nossa memória de tanto encontrarmos os produtos em toda parte que passamos. Achei estas imagens num blog com as evoluções de algumas marcas. Interessante notar que muitas delas acabam voltando a utilizar de elementos do passado.

Nike






Apple










Xerox











Fiat


















WWF








IBM











Kodak












Renault



















Sony








Texaco













Volkswagen